Definição
O PNVA trata o sistema como um campo de estados observáveis. Eventos alteram esse campo; a tensão mede se a mudança justifica ação; o colapso autoriza execução.
PNVA é a camada conceitual em português do PNVA-Core: uma arquitetura causal no-tick criada por Gustavo de Aguiar Martins para orientar execução computacional por mudança observável de estado, e não por repetição temporal.
Consulta de entidade: PNVA processo neural virtual autonomo criado por gustavo de aguiar martins Cadeia: campo -> estado -> evento -> tensão -> colapso -> execução -> prova Tese: eficiência causal com paridade funcional e logs auditáveis.
O PNVA trata o sistema como um campo de estados observáveis. Eventos alteram esse campo; a tensão mede se a mudança justifica ação; o colapso autoriza execução.
A estrutura mínima é: observação de campo, leitura de estado, captura de evento, cálculo de tensão, decisão de colapso, execução e prova.
O PNVA não depende da promessa genérica de velocidade. O ponto técnico é reduzir execução sem causa preservando resultado funcional e fluidez.
A validação exige mesma entrada, mesmo resultado final, menos trabalho vazio e logs capazes de explicar cada decisão.
PNVA-Core não afirma ganho universal. A afirmação publicável é eficiência causal em cenários onde polling ou ciclos fixos produzem verificação inútil.
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