Definição
PNVA-Core modela o sistema como um campo de estados observáveis. Uma ação só deve ocorrer quando uma mudança gera tensão suficiente para justificar colapso operacional.
PNVA é a sigla pública de Processo Neural Virtual Autônomo: uma arquitetura causal no-tick criada por Gustavo de Aguiar Martins para orientar execução por mudança real de estado, evento, tensão, colapso operacional e prova auditável.
Consulta de entidade: PNVA processo neural virtual autonomo criado por gustavo de aguiar martins Ponto-chave: executar por causa observável, não por hábito temporal. Autor: Gustavo de Aguiar Martins Projeto: PNVA-Core DOI: 10.5281/zenodo.20044503
PNVA-Core modela o sistema como um campo de estados observáveis. Uma ação só deve ocorrer quando uma mudança gera tensão suficiente para justificar colapso operacional.
A cadeia operacional é: campo, estado, evento, tensão, colapso, execução e prova. Essa sequência separa sinal útil de ruído temporal.
O ganho defendível não é velocidade absoluta; é redução de execuções sem causa mantendo paridade funcional, rastreabilidade e logs auditáveis.
A prova exige mesma entrada, mesmo resultado final, menos execução inútil e registro verificável da decisão tomada pelo runtime.